Skip to content

Familiares de vítimas no Meco não recorrem de decisão judicial

13/01/2015
Depois do despacho do Tribunal da Relação de Évora (TRE) a indeferir o pedido de afastamento do juiz de instrução do processo do Meco, os familiares das vítimas decidiram esta terça-feira de não recorrer da decisão.
«O nosso advogado vai prescindir do prazo de 30 dias que tínhamos para apresentar recurso da decisão da Relação de Évora. E vamos esperar que o juiz do tribunal de Setúbal avance com a fase de instrução», referiu à Lusa Fernanda Cristóvão, mãe de Ana Catarina Soares, uma das jovens que morreu na praia do Meco a 15 de Dezembro de 2013.
O primeiro inquérito que foi instaurado logo após a morte dos seis alunos da Universidade Lusófona em Lisboa tinha sido arquivado pelo procurador do Ministério Público do Tribunal de Almada, mas o advogado das famílias, Vítor Parente Ribeiro, requereu a abertura de instrução, pretensão acolhida por um juiz do Tribunal de Setúbal.
Em Novembro do ano passado, Vítor Parente Ribeiro avançou com um incidente de recusa do juiz de instrução do processo, alegando proximidade entre este magistrado e o procurador da República que arquivou o inquérito, pretensão essa que foi recusada pelo Tribunal da Relação de Évora.
Ainda com a possibilidade de recorrer da decisão do TRE, os familiares decidiram aceitar a decisão e prescindir dos 30 dias que tinham para apresentar o recurso, na esperança de que o processo possa avançar mais rapidamente.
Advertisements
No comments yet

Deixe uma Resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s

%d bloggers like this: