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Caminhada «Almada velha» pelo CRD Brasileiro-Rouxinol

15/04/2015
sem nome

Olho-de-boi

 

O Clube Recreativo e Desportivo Brasileiro-Rouxinol leva a cabo este domingo mais uma Caminhada, desta feita a Almada velha, a partir das 9h00, com saída do Complexo de Ténis do CRDBR em direcção a Almada velha, percorrendo Cacilhas, Cais do Ginjal, Olho-de-Boi e Boca do Vento.
Motivos de interesse:
Quinta da Arealva – Encostada ao Tejo, dedicava-se antigamente à produção, comercialização e exportação de vinho, especialmente para as antigas colónias. Encontra-se actualmente em estado de grande abandono e de ruínas.
Olho-de-boi – Local histórico também algo degradado, onde inicialmente terá funcionado o antigo Convento de S. Paulo e posteriormente a Fábrica de Algodão da Companhia Lisbonense e a partir de 1920 a Companhia Portuguesa de Pesca, com as suas oficinas, estaleiro, armazéns, cais de acostagem e instalações residenciais para os operários (na década de 40 do século passado, chegou a ter 25 navios, 700 trabalhadores, ocupando uma área de 42 mil m2). Entrou em declínio no final dos anos setenta, tendo sido extinta em 1984. Actualmente, parte dos seus terrenos e instalações são propriedade do Museu Naval de Almada (Câmara Municipal).
Fonte da Pipa – Fontanário mandado erigir por D. João em 1736, situado junto ao Olho-de-Boi.
Elevador panorâmico da Boca do Vento – Inaugurado pela autarquia em 2000. Permite o acesso fácil à zona ribeirinha, desde Almada Velha. Jardim do Rio – Entre a falésia e o rio Tejo, apresenta-se como um espaço amplo e refrescante, com vegetação frondosa e mobiliário urbano moderno.
Cais do Ginjal – Compreende toda e extensão da margem sul do Tejo, que medeia entre a estação de embarque de Cacilhas e os armazéns situados no cais, até às escadinhas que dão acesso a Almada pela Boca do Vento. Foi no século XVII, que surgiram aí os grandes armazéns de vinhos, vinagres, azeites, iscos complementados por serviços artesanais, tanoaria, conserva de peixe e oficinas de aprestos navais.
Morro de Cacilhas – Olhando Lisboa, o rio e suas margens, foi um local de grande ocupação humana, onde têm sido revelados importantes achados arqueológicos. Existia aí um moinho de vento, que se encontra inactivo.

Distância: Aproximadamente 12 km. Duração: Cerca de 3H30.
Grau de Dificuldade: Baixo (entendido como um passeio acessível a todas as pessoas, que não apresenta declives acentuados e tem normalmente piso regular).
Inscrição: Via e-mail geral@crdbr.com ou na secretaria do CRDBR (tel. 212525933 ou telm. 935477324). Gratuito.

 

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